segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Bobeira de menino...



E quando duas pessoas deixam de se ver
O coração da gente pode mudar...
Criar uma nova brecha,
Um novo jeito de se amar.


E se o amor for verdadeiro,
Não sucumbirá com o tempo,
E para eternidade irá durar,
Porque o coração da gente pode sempre arrumar um novo jeito para amar.
(Poeminha bobo pra falar de amor - Leonardo Kifer)

domingo, 5 de outubro de 2008

Eu não lembro mais do que via quando fechava os olhos...

Uma vez você me perguntou o que eu via toda vez que fechava os olhos. Naquela vez eu menti. E hoje depois de algum tempo eu queria te reencontrar só parra dizer o que realmente eu via quando fechava os olhos e quem sabe assim eu volte a enxergar tudo de novo.
(Olhos fechados - Leonardo Kifer)

sábado, 4 de outubro de 2008

Até quando?


Novamente usarei o blogger para protestar contra preconceitos. Hoje em pouco menos de 20 minutos eu presenciei duas formas distintas de descriminação... E volto para casa com uma dúvida muito grande e o medo de envelhecer em um mundo que pode ficar ainda pior do que já é.
Um menino negro com roupas simples é parado e revistado como sem nenhum motivo, alias, me desculpem mais ele tem motivo sim, nasceu negro e pobre em um pais onde mais que a metade da população é mestiça e pobre. Talvez por isso ele mereça que uma viatura da polícia militar pare no meio da rua em frente uma sorveteria lotada para revista-lo ao invés de estarem correndo atrás dos verdadeiros ladrões.
Dois meninos gays serem motivos de chacota dentro de um ônibus por três jovens (Dois homens e uma mulher) só por terem opções diferentes das deles é algo que nos dias de hoje não deveríamos mais presenciar, mais acontece e quase que diariamente. É triste saber que se um dia quisermos optar por um estilo de vida fora dos padrões sociais precisaremos fazer um grande abaixo assinado pedindo a aceitação popular de nossa própria escolha.
A pergunta que trago comigo é: Até quando iremos nos preocupar com a vida de nossos iguais e continuaremos a fingir que não vivemos em uma cidade que não existe segurança, em que as filas dos hospitais dobram as esquinas dos quarteirões por falta de médicos e equipamentos, que nossas escolas vivem o seu total descaso com a educação, até quando seremos vítimas da nossa falta de comprometimento enquanto cidadões que não somos capazes de lutar por uma cidade melhor, enquanto continuamos a gastar nossos tempo nos preocupando com as escolhas alheias?

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Os sapatos...


Ontem eu a reencontrei, ela estava linda como da primeira vez que eu a vi.
Eu era apenas um jovem, recém saído da adolescência que acabará de me mudar para um novo bairro perto do centro do Rio de Janeiro, que naquela época era o “Estado da Guanabara” a então capital do nosso país. Fomos convidados para jantar na casa dos novos vizinhos e quando chagamos lá fui apresentado aquela linda jovem. Me apaixonei no mesmo instante que a vi, ela estava vestindo um vestido branco e sapatos rosa, tinha as pernas mais linda que meus olhos já puderam enxergar. Desde aquela noite eu passei a observá-La, e sempre que ela saia de casa eu fingia ter algo para fazer na rua só para poder fazer companhia a ela. Aos poucos havíamos nos tornados amigos, mais confesso que eu já mais desejei outra coisa que não fosse o seu amor. Eu a amava secretamente, mais não conseguia assumir meu amor. Um dia confessei a ela estar apaixonado por uma menina que eu não tinha coragem de me declarar, e a perguntei o que ela faria se estivesse no meu lugar, ela riu, olhou nos meus olhos me beijou e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela correu e foi embora. Eu fiquei ali, imóvel por minutos, se não horas incrédulo por beijar a minha amada. Na manhã seguinte resolvi ir a casa dela e me declarar, dizer-lhe tudo que por tempos estava guardado em meu peito. Eu estava completamente eufórico por conseguir finalmente confessar o meu tão secreto amor. Mas quando cheguei na casa dele fiquei sabendo que seus pais haviam se separado e naquela mesma noite em que ela voltou correndo para casa sua mãe a esperava para que as duas pudessem ir para a casa de sua avó.
E hoje, depois de tantos anos eu a reencontro. O vestido já não é o branco de outrora e os sapatos ganharam cores mais discretas... Mas as pernas continuaram tão belas como da primeira vez que a vi.
(Os sapatos - Leonardo Kifer)

Um dia ruim...



Realmente sou um bobo! Esta foi a conclusão que cheguei depois de muito pensar sobre que realmente sou. Embora eu tenha uma infinidades de possibilidades de ser hoje nenhuma outra seria tão adequada como a de me julgar um bobo, infantil e imaturo.
Quem sabe a idade me traga sabedoria para me ariscar a ser muito mais ao longo da vida, esperar muito menos dos outros e aprender que nem sempre caminharei só.
E sobre caminhar ao lado de outras pessoas ainda fico receoso, com medo de perder minhas asas e nunca mais conseguir voar... E é justamente quando falo sobre solidão que mais me sinto sozinho, incapaz e é quando mais preciso de asas.
Eu não espero que ninguém me aceite como sou, até porque pretendo mudar.
(Um dia ruim - Leonardo Kifer)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Rosas ao vento...



Hoje acordei com uma vontade louca de você,
O dia perfeito,
Em um outubro que acabou de chegar.
E eu sozinho,
Jogando rosas ao vento,
Logo cedo,
De cima de casa,
Debaixo do céu,
Esperando você chegar.
Então me surpreenda,
Vem com o vento,
E traga as rosas
Para juntos oferecer ao vento,
E para sempre nos amarmos.



(Rosas ao vento - Leonardo Kifer)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Outubro...


Outubro chegou como um moleque com cara de anjo e um temperamento bem levado... E assim com uma manhã de sol linda o primeiro dia deste mês tão especial para mim terminou com chuva... Espero que este mês eu posso sorrir ainda mais...