30 dias.
Parece mesmo que foi ontem que nos conhecemos. E pensar que nunca julguei o “inferninho” como lugar para se começar um namoro. Talvez por que sempre freqüentei aquele lugar com o intuito de rever alguém por quem já dediquei muito de meus afetos... Enfim.
Ontem...
Ontem fui dormir com a estranha sensação de que eu era o guri mais infeliz do mundo. Carência? Não mesmo. Acontece que mesmo diante de momentos felizes, o choro e a tristeza precisam aparecer para nos mostrar o quanto somos complexos e indecifráveis... E ontem eu estava assim, estranhamente confuso e ilegível aos olhos de todos que aprenderam a ler minhas ações.
Hoje...
O dia promete muitas coisas hoje, eu espero apenas vive-las do jeito que elas se apresentarem, sem grandes expectativas, apenas respirando um novo ar de cada vez.
Muita coisa mudou de 2009 para cá. E isso talvez tenha se misturado a todos os aprendizados que obtive, e a cada dia mais tem me trazido a calma que outrora me faltara. É diferente, confesso, porém é gratificante estar reconhecendo uma nova faceta em mim.
Vou terminar com um poema (será que consigo fazer um?):
É como levantar e descobrir um novo chão,
E aprender a dar novos passos,
Sem desconhecer tudo que já foi andado.
Olhar em frente e enxergar o novo,
Diante do cenário velho,
Em que por muitas vezes chorei.
Se permitir,
Ainda que não haja esperança,
Ainda que falte acreditar;
É banhar-se de luz,
Quando o calor da água não mais me refrescar,
No dia frio que jamais pensei em querer deixar.
Relevâncias,
De um novo momento,
Que a calma,
Ensinou a moldar.
(Estranho tempo novo – Leonardo Kifer)
sábado, 6 de fevereiro de 2010
A lua;
Não sei se é saudade da lua,
Mas sei que quando cai a noite tenho vontade de chorar.
Talvez por lembrar os momentos passado,
Ou quem sabe por não me permiti esquecê-los.
O certo é que tudo é culpa da lua,
Que mesmo no amanhecer do sol, insiste em aparecer.
E mesmo quando a noite não se desfaz em sono,
Me pego a pensar na lua,
E sorrio, fingindo não percebe-la.
(Medo da lua – Leonardo Kifer)
Mas sei que quando cai a noite tenho vontade de chorar.
Talvez por lembrar os momentos passado,
Ou quem sabe por não me permiti esquecê-los.
O certo é que tudo é culpa da lua,
Que mesmo no amanhecer do sol, insiste em aparecer.
E mesmo quando a noite não se desfaz em sono,
Me pego a pensar na lua,
E sorrio, fingindo não percebe-la.
(Medo da lua – Leonardo Kifer)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Simplicidade na hora de ser feliz

Estranho como o nosso humor varia tantas vezes ao longo do dia, e que independente do momento em que estamos vivendo, podemos chorar quando tudo ao nosso redor nos faz querer rir. Ontem foi mais ou menos assim, o mundo gritava motivos para eu gargalhar de felicidade, e incontrolavelmente eu parecia quer me esconder de todos, me trancar no meu quarto e dormir sem me preocupar com horário para acordar. Talvez seja só a vontade de ficar um pouquinho em casa, curtindo meu cantinho um pouco mais...
Mudando de assunto...

Ontem eu estava explicando uma amiga que ultimamente a minha felicidade independe de estar ou não apaixonado, diferente de como eu agia em relação a isso em um outro momento da minha vida, hoje lido melhor com as situações presentes, e talvez esse novo jeito de vivenciar as circunstâncias tenha me permitido ter um novo olhar para determinados assuntos, o que inclui o modo como priorizo o que me faz feliz. Embora eu esteja caminhado perfeitamente entre as estradas da felicidade e da paixão.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
3 X 4
Tem dias que realmente precisamos dar um Boi para não entrarmos em uma briga... Algumas pessoas saem de casa pré dispostas a serem estúpidas com as outras, e cabe a nós nos mantermos calmos diante de uma situação em que a falta de respeito do outro nos agride diretamente. Não é fácil agir com educação quando somos “assaltados” pela falta dela.
Dia quente, e pensamentos mornos... Talvez eu esteja desacostumado com certos momentos de paz... Enfim...
Ah! Como eu ia me esquecer de citar aqui o aniversário do Renato? A festa muito legal. O aniversariante como sempre não faltou com seus convidados e deu conta de dar atenção a todos os presentes.
Bem... Pouco tempo para dormir me deixou cansado... Quero casa!
Dia quente, e pensamentos mornos... Talvez eu esteja desacostumado com certos momentos de paz... Enfim...
Ah! Como eu ia me esquecer de citar aqui o aniversário do Renato? A festa muito legal. O aniversariante como sempre não faltou com seus convidados e deu conta de dar atenção a todos os presentes.
Bem... Pouco tempo para dormir me deixou cansado... Quero casa!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Confiar...?
Ufa! Acabou o estresse! Dois dias inteiros acumulado de trabalho e só vendo os e-mails encalharem sem que sequer pudessem lê-los é de deixar qualquer um louco. Mas finalmente chegou ao fim, e para comemorar nada melhor do que dois doces de amendoim e meia lata de coca-cola para alimentar um ansioso estômago que só precisava de paz (E olha que o dentista ontem recomendou a não comer doces. Isso sem contar o fato de que estou de DIETA. Aff).
Passou toda a tempestade de prioridades que um único relatório me cobrava, e agora tenho outros dois novos a dar continuidade, isso sem contar as matérias que preciso escrever e que sequer iniciei. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! 1-2-3-4-5-6-7 (Vou parar no 7 que dá sorte).
Hoje estava lendo o blog do Caíque, e ele citava algo que eu havia dito para ele na segunda-feira e achei interessante trazer o assunto para cá. Pois bem...
Confiança,
Desde muito pequeno aprendi que confiar é tão difícil quanto conquistar a confiança. E que não importando em qual sentença estivesse, ambas mereceriam um cuidado sem igual, e que apesar de não poder-se tocá-las, as duas deveriam ser comparadas ao mais raro e sensível cristal.
Ao longo da vida muitas coisas que aprendemos ainda na infância se perdem, mas as importantes, que são capazes de formar o caráter das pessoas permanecem por toda nossa vida. E assim foi. Entre tantas coisas essenciais o respeito pelo o outro permaneceu, e apesar de todas as fases de rebeldia e insensatez que vivemos em dados momentos, jamais trai a confiança de ninguém, ao menos nunca tive a intenção de fazer.
E assim tenho vivido sempre nos limites entre meu espaço e o espaço do outro. Claro que me meto em muitas confusões e constantemente me acusam de ser falso, é o preço que pago por não rir das piadas sem graças, não forçar amizades, não dar atenção a quem não tenho afinidades, não me permitir encenar quem não sou.
Enfim... Termino esse assunto uma outra hora...
Passou toda a tempestade de prioridades que um único relatório me cobrava, e agora tenho outros dois novos a dar continuidade, isso sem contar as matérias que preciso escrever e que sequer iniciei. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! 1-2-3-4-5-6-7 (Vou parar no 7 que dá sorte).
Hoje estava lendo o blog do Caíque, e ele citava algo que eu havia dito para ele na segunda-feira e achei interessante trazer o assunto para cá. Pois bem...
Confiança,
Desde muito pequeno aprendi que confiar é tão difícil quanto conquistar a confiança. E que não importando em qual sentença estivesse, ambas mereceriam um cuidado sem igual, e que apesar de não poder-se tocá-las, as duas deveriam ser comparadas ao mais raro e sensível cristal.
Ao longo da vida muitas coisas que aprendemos ainda na infância se perdem, mas as importantes, que são capazes de formar o caráter das pessoas permanecem por toda nossa vida. E assim foi. Entre tantas coisas essenciais o respeito pelo o outro permaneceu, e apesar de todas as fases de rebeldia e insensatez que vivemos em dados momentos, jamais trai a confiança de ninguém, ao menos nunca tive a intenção de fazer.
E assim tenho vivido sempre nos limites entre meu espaço e o espaço do outro. Claro que me meto em muitas confusões e constantemente me acusam de ser falso, é o preço que pago por não rir das piadas sem graças, não forçar amizades, não dar atenção a quem não tenho afinidades, não me permitir encenar quem não sou.
Enfim... Termino esse assunto uma outra hora...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Algumas vezes...
Algumas vezes na vida nos esbarramos no acaso,
E somos pegos de surpresa por uma estranha forma de amar.
Sentimo-nos confusos,
Perdidos em um mundo tão diferente do nosso habitual,
E instigados a experimentar o que o novo pode oferecer.
Algumas vezes é necessário que abandonemos alguns pudores,
Experimentemos a estranha sensação de não sentir nossos pés tocar o chão,
E descobrir que voar tem um gosto melhor do que podíamos imaginar.
Algumas vezes descobrimos que se deixarmos de viver algo por medo,
Simplesmente deixamos de tentar,
E assim nos privamos de nos arrependermos,
Ou mesmo de acertar.
Algumas vezes descobrimos que o amor é uma enorme mistura,
Que nos confunde e assusta ao mesmo tempo em que nos instiga,
Que arranca nossos pudores, sem que o rubor da timidez suma.
Que nos faz voar sem tirar o pé do chão,
E que acima de tudo, permite que descubramos no medo o prazer de experimentar;
(Algumas vezes – Leonardo Kifer)
E somos pegos de surpresa por uma estranha forma de amar.
Sentimo-nos confusos,
Perdidos em um mundo tão diferente do nosso habitual,
E instigados a experimentar o que o novo pode oferecer.
Algumas vezes é necessário que abandonemos alguns pudores,
Experimentemos a estranha sensação de não sentir nossos pés tocar o chão,
E descobrir que voar tem um gosto melhor do que podíamos imaginar.
Algumas vezes descobrimos que se deixarmos de viver algo por medo,
Simplesmente deixamos de tentar,
E assim nos privamos de nos arrependermos,
Ou mesmo de acertar.
Algumas vezes descobrimos que o amor é uma enorme mistura,
Que nos confunde e assusta ao mesmo tempo em que nos instiga,
Que arranca nossos pudores, sem que o rubor da timidez suma.
Que nos faz voar sem tirar o pé do chão,
E que acima de tudo, permite que descubramos no medo o prazer de experimentar;
(Algumas vezes – Leonardo Kifer)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Resumo do final de semana.
Final de semana acabou e cumprindo o trato estou eu aqui de novo, iniciando um novo mês (Falei que só voltaria aqui em fevereiro) e com muitos motivos para sorrir.
É tão bom quando a gente se surpreende com as atitudes positivas da pessoa que gostamos. Enfim... Não irei me estender muito nesse tema. RS.
Como de costume, contarei meu final de semana em partes, o que facilita a vida de vocês que lêem o blog (Será que alguém lê o blog?) e a minha que escrevo.
Sexta-feira (Pós-post)
Eu sei que prometi a Alice que iria assistir “O fada dos dentes” com ela, mas não resisti e acabei assistindo com minha namorada (Eu sei que promessas são para serem cumpridas. Também sei que podia ter escolhido um outro filme para assistir com a Ju. Gente, até parece que vocês nunca quebraram uma promessa por conta de um namoro. Não? Ta bom! Desculpa aí senhor certinho). O Fato é que a Alice acabou me perdoando quando liguei para ela contando que quebrei nosso combinado. Confesso que o perdão só aconteceu por que ela estava em uma formatura bebendo todas as opções de drink’s disponíveis da festa. O perdão foi fácil conseguir.
O filme é realmente muito engraçado, e impróprio para um casal apaixonado, embora seja possível conseguir dar bons beijos. Depois do filme tive a idéia de transformar em presente toda a alegria que estou sentindo ao lado da Ju, e assim com muito carinho a presenteei com algo que tenho certeza a agradou muito (Não foi um anel de brilhantes. Sequer teve um valor considerável. Algo tão barato que se torna inacreditável o quanto agrada a pessoa que o recebe. Lembrem-se, os gestos simples são os mais preciosos).
Do cinema fui encontrar a Thamyres (Olhem os comentários maldosos, por favor! Ela é minha A-M-I-G-A e a Ju adora ela). Para variar ela já estava um pouco acima do nível de álcool considerado aceitável no teste do bafômetro. Mas consciente e completamente protegida de se auto-flagelar. A sexta-feira terminou com risos, característica de estar com alguém que me faz tão bem.
Ah! Preciso fazer uma observação.
A observação:
Como é bom sentar a mesa com pessoas que não falem mal dos outros. Rir e se distrair como qualquer grupo de amigos, e não se preocupar de estar cercado de falsos amigos. Definitivamente a mesa do Magali.com estava com ares melhores do que os de costume.
O Sábado (Cuidado com a Gata má que quer ir às forras)
Sábado começou da forma mais gostosa possível, acordei tarde e com a visita de uma amiga que gosto muito. Fui ao mercado comprar guloseimas (Saí da dieta sim, qual o problema? Era sábado, s-á-b-a-d-o-!). Tudo isso me custou o atraso de quase uma hora do horário marcado para o almoço na casa da Thamyres (É a Thamyres de novo). Depois do almoço, muito banho de piscina, que a essa altura já contava com a presença da Renata que se juntou as peripécias que já estávamos aprontando, tudo graças a inquietação do Pedro Henrique que se juntou o grupo e parecia ter idade igual a todos nós que estávamos lá.
O banho de piscina se estendeu até as oito da noite. Com programação mais que combinada para a noite que acabara de começar, partimos para nossas respectivas casas para nos prepararmos.
Para variar cheguei atrasado, e as gurias já estavam bebendo, e sim, depois de tanto o Diogo (Amigo que foi me acompanhando) insistir, cedi a tentação e mais uma vez saí da dieta e bebi uns copinhos de cerveja (Eu bebo cerveja sim. O que achavam, que eu era o carinha certinho?). E a noite se desenrolou perfeitamente, tudo parecia acontecer como o esperado. Eu estava me sentindo o guri mais lindo da festa (Me acho às vezes, eu sei!), empolgadíssimo com minha blusa retro do Grêmio – Libertadores 1877.
Atirem a primeira pedra que nunca falou mal de alguém! Sim, todos falamos mal de alguém em algum momento de nossas vida. Porém, nem todos somos tão insignificantes e hipócritas de conviver com a pessoa na qual criticamos. Indignado foi como me senti quando soube que a “fulaninha” que em algumas situações acompanhava eu, Rê e Thamyres falava mal e mim pelas costas. Nossa, estúpida em achar que as gurias não fossem me contar. Esperei a hora certa para mostrá-la que sou incapaz de agir com falsidade com alguém. E na hora em que ela veio beijar meu rosto, eu falei ao pé do ouvido dela que não queria mais que ela falasse comigo e que sabia tudo o que ela havia falado de mim. Ela ficou sem chão e tão desconcertada que saiu minutos depois do local com a desculpa de não estar se sentindo bem. (Não foi vingança minha, RS).
Como é engraçado o destino, uma hora sofremos por alguém, e tempo depois somos surpreendidos pelo acaso que nos trás a causa de nossos sofrimentos para pertinho de nós. Cheguei a me assustar com isso, quase um dejavu, isso se não foi um, mudam-se os personagens e mantenha-se a história.
Mas a perfeição da noite se perdeu por causa de um estresse desnecessário, que acabou em socos. Enfim... Misturar bebida e insultos é certeza desse tipo de acontecimento. Por sorte conseguimos contornar a situação, e livrar nossa amiga de um estresse ainda maior.
Ficaram os bons momentos da noite (E parem de perguntar onde estava a Ju, ela estava em casa, não pode vir).
Domingo (Por que as pessoas marcam as coisas e não cumprem?)
Domingo almoçando frango na brasa com batatas coradas sozinho, de sobremesa sorvete de flocos (Almoço de domingo pode). Todos de casa foram para o almoço de aniversário da minha tia e me largaram abandonado (Eu sei que eu não quis ir, mas festa na casa da minha tia com a família do marido dela é um saco! Argh!).
Esperei pela Lenny duas horas a mais do esperado. Falta de consideração estrema dela, que havia combinado comigo e a Thamyres de ir para a piscina depois do almoço. Tratante!
Companhia da piscina de ontem foi o Caíque, que para variar se mostrou um ótimo companheiro de papo (Não é que ele consegue ganhar minha atenção. Coisa rara para pessoas com muito mais idade do que ele). E ficamos a tarde e boa parte da noite, quase toda ela, juntos, eu, Thamyres e Caique. Da piscina a vitória triunfante do Flamengo (SOU GREMISTA, quero deixar claro), e nada melhor do que depois de um jogo tão disputado, um lanche da noite com direito a toda a gordura disponível nas lanchonetes pés de chinelo locais.
*Uma observação: Saiu na Veja Rio deste domingo uma matéria que fala do caos que virou a linha 2 do metro. Genteeeeeeeeee, nem acreditei que a VEJA publicou tal matéria, depois de quase 1 ano de caos total finalmente parece que lembraram que a linha 2 existe. Ao menos a matéria é interessante e coerente com a realidade a muito vivida por quem vive nos bairros em que a Linha dois atende.
Para terminar o domingão namoro por telefone.
O texto ficou enorme eu ainda tenho coisas para falar. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
É tão bom quando a gente se surpreende com as atitudes positivas da pessoa que gostamos. Enfim... Não irei me estender muito nesse tema. RS.
Como de costume, contarei meu final de semana em partes, o que facilita a vida de vocês que lêem o blog (Será que alguém lê o blog?) e a minha que escrevo.
Sexta-feira (Pós-post)
Eu sei que prometi a Alice que iria assistir “O fada dos dentes” com ela, mas não resisti e acabei assistindo com minha namorada (Eu sei que promessas são para serem cumpridas. Também sei que podia ter escolhido um outro filme para assistir com a Ju. Gente, até parece que vocês nunca quebraram uma promessa por conta de um namoro. Não? Ta bom! Desculpa aí senhor certinho). O Fato é que a Alice acabou me perdoando quando liguei para ela contando que quebrei nosso combinado. Confesso que o perdão só aconteceu por que ela estava em uma formatura bebendo todas as opções de drink’s disponíveis da festa. O perdão foi fácil conseguir.
O filme é realmente muito engraçado, e impróprio para um casal apaixonado, embora seja possível conseguir dar bons beijos. Depois do filme tive a idéia de transformar em presente toda a alegria que estou sentindo ao lado da Ju, e assim com muito carinho a presenteei com algo que tenho certeza a agradou muito (Não foi um anel de brilhantes. Sequer teve um valor considerável. Algo tão barato que se torna inacreditável o quanto agrada a pessoa que o recebe. Lembrem-se, os gestos simples são os mais preciosos).
Do cinema fui encontrar a Thamyres (Olhem os comentários maldosos, por favor! Ela é minha A-M-I-G-A e a Ju adora ela). Para variar ela já estava um pouco acima do nível de álcool considerado aceitável no teste do bafômetro. Mas consciente e completamente protegida de se auto-flagelar. A sexta-feira terminou com risos, característica de estar com alguém que me faz tão bem.
Ah! Preciso fazer uma observação.
A observação:
Como é bom sentar a mesa com pessoas que não falem mal dos outros. Rir e se distrair como qualquer grupo de amigos, e não se preocupar de estar cercado de falsos amigos. Definitivamente a mesa do Magali.com estava com ares melhores do que os de costume.
O Sábado (Cuidado com a Gata má que quer ir às forras)
Sábado começou da forma mais gostosa possível, acordei tarde e com a visita de uma amiga que gosto muito. Fui ao mercado comprar guloseimas (Saí da dieta sim, qual o problema? Era sábado, s-á-b-a-d-o-!). Tudo isso me custou o atraso de quase uma hora do horário marcado para o almoço na casa da Thamyres (É a Thamyres de novo). Depois do almoço, muito banho de piscina, que a essa altura já contava com a presença da Renata que se juntou as peripécias que já estávamos aprontando, tudo graças a inquietação do Pedro Henrique que se juntou o grupo e parecia ter idade igual a todos nós que estávamos lá.
O banho de piscina se estendeu até as oito da noite. Com programação mais que combinada para a noite que acabara de começar, partimos para nossas respectivas casas para nos prepararmos.
Para variar cheguei atrasado, e as gurias já estavam bebendo, e sim, depois de tanto o Diogo (Amigo que foi me acompanhando) insistir, cedi a tentação e mais uma vez saí da dieta e bebi uns copinhos de cerveja (Eu bebo cerveja sim. O que achavam, que eu era o carinha certinho?). E a noite se desenrolou perfeitamente, tudo parecia acontecer como o esperado. Eu estava me sentindo o guri mais lindo da festa (Me acho às vezes, eu sei!), empolgadíssimo com minha blusa retro do Grêmio – Libertadores 1877.
Atirem a primeira pedra que nunca falou mal de alguém! Sim, todos falamos mal de alguém em algum momento de nossas vida. Porém, nem todos somos tão insignificantes e hipócritas de conviver com a pessoa na qual criticamos. Indignado foi como me senti quando soube que a “fulaninha” que em algumas situações acompanhava eu, Rê e Thamyres falava mal e mim pelas costas. Nossa, estúpida em achar que as gurias não fossem me contar. Esperei a hora certa para mostrá-la que sou incapaz de agir com falsidade com alguém. E na hora em que ela veio beijar meu rosto, eu falei ao pé do ouvido dela que não queria mais que ela falasse comigo e que sabia tudo o que ela havia falado de mim. Ela ficou sem chão e tão desconcertada que saiu minutos depois do local com a desculpa de não estar se sentindo bem. (Não foi vingança minha, RS).
Como é engraçado o destino, uma hora sofremos por alguém, e tempo depois somos surpreendidos pelo acaso que nos trás a causa de nossos sofrimentos para pertinho de nós. Cheguei a me assustar com isso, quase um dejavu, isso se não foi um, mudam-se os personagens e mantenha-se a história.
Mas a perfeição da noite se perdeu por causa de um estresse desnecessário, que acabou em socos. Enfim... Misturar bebida e insultos é certeza desse tipo de acontecimento. Por sorte conseguimos contornar a situação, e livrar nossa amiga de um estresse ainda maior.
Ficaram os bons momentos da noite (E parem de perguntar onde estava a Ju, ela estava em casa, não pode vir).
Domingo (Por que as pessoas marcam as coisas e não cumprem?)
Domingo almoçando frango na brasa com batatas coradas sozinho, de sobremesa sorvete de flocos (Almoço de domingo pode). Todos de casa foram para o almoço de aniversário da minha tia e me largaram abandonado (Eu sei que eu não quis ir, mas festa na casa da minha tia com a família do marido dela é um saco! Argh!).
Esperei pela Lenny duas horas a mais do esperado. Falta de consideração estrema dela, que havia combinado comigo e a Thamyres de ir para a piscina depois do almoço. Tratante!
Companhia da piscina de ontem foi o Caíque, que para variar se mostrou um ótimo companheiro de papo (Não é que ele consegue ganhar minha atenção. Coisa rara para pessoas com muito mais idade do que ele). E ficamos a tarde e boa parte da noite, quase toda ela, juntos, eu, Thamyres e Caique. Da piscina a vitória triunfante do Flamengo (SOU GREMISTA, quero deixar claro), e nada melhor do que depois de um jogo tão disputado, um lanche da noite com direito a toda a gordura disponível nas lanchonetes pés de chinelo locais.
*Uma observação: Saiu na Veja Rio deste domingo uma matéria que fala do caos que virou a linha 2 do metro. Genteeeeeeeeee, nem acreditei que a VEJA publicou tal matéria, depois de quase 1 ano de caos total finalmente parece que lembraram que a linha 2 existe. Ao menos a matéria é interessante e coerente com a realidade a muito vivida por quem vive nos bairros em que a Linha dois atende.
Para terminar o domingão namoro por telefone.
O texto ficou enorme eu ainda tenho coisas para falar. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
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