quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Adeus Insegurança


Engraçado como as coisas acontecem em nossas vidas... Ontem eu me sentia o mais inseguro de todos os homens do mundo, aliás, de todos os meninos, pois era assim que eu me via um menino, hoje depois de tanto tempo ouvindo que eu precisava amadurecer, eu finalmente dei inicio a esse processo.
A cada dia uma nova conquista, um passo novo, um jeito diferente de fazer o que sempre me pareceu certo, uma calma antes impensada... Mudanças que não acontecem de um dia pro outro, reconhecida em atitudes.
Mudar! É o verbo que me move, transforma e faz com que eu siga adiante, ainda que seguindo alguns erros do passado, mas sempre com a certeza de estar fazendo o certo.
Hoje eu sou um homem, um pouco mais seguro, e que vez ou outra sente medo, como qualquer criança que já fui.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vida minha...

Minha vida...
Confusa,
Incompleta,
Amada,
E nunca bandida.
Direta,
Com pressa,
Alegre,
Discreta ao mesmo que indiscreta,
Pensativa.
Escrita,
Falada,
Banida,
Quando muito proibida,
Sempre sincera,
Mas esconde mentira.
No escuro,
Escondida da claridade,
Muito falada,
Por demais criticada,
Mas sempre vivida.
Não é a vida de quem reclama,
Nem de quem taca a pedra,
Não é do povo.
É de que não liga!
É somente minha.

(Poema da minha vida - Leonardo Kifer)

2 Tempos

A chuva

Não me lembro bem quando foi a última vez que uma chuva caiu tão suave sobre minha cabeça, e que eu desejei que o mundo parasse para eu simplesmente me molhar... Algumas pessoas tem o dom de nos fazer desejar coisas bobas, com uma enorme importância.

Ah! Já ia me esquecendo do Filme... Assistimos “Bastardos Inglórios”, e quando digo assistimos quero deixar claro a presença de alguém muito especial, que não reclamou do meu atraso, me embalou em sua conversa, me fazendo esquecer que o mundo, apesar de eu temporariamente deixar de perceber, continuava a girar.

Tudo tão simples e tão perfeito...

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Coisas de vó.

Consigo ver a cena: “Eu entro, dou um abraço e desejo toda a felicidade do mundo, digo que a amo, e por fim, ela me olha sem graça, parecendo uma menina tímida do colegial, e diz obrigado”

A cena não vai acontecer, infelizmente a tal “menina do colegial” este ano ficará sem parabéns, conveniente para quem sempre disse que odeia aniversário. O tradicional almoço, salada, carne assada (Feita de um jeito único) e macarrão (Da panela suja da carne assada, que também tem um gosto inigualável) vão ficar na lembrança... Afinal não é dia de festa... É só um dia pra lembrar de quem se foi e nunca mais vai voltar...

É tão presente a lembrança, que a saudade se disfarça só pra gente não perceber que ela não está mais aqui... E quando vem a lagrima, de novo a presença, um abraço apertado, e a dor parece diminuir... É coisa de vó, que paparica os netos, deseducando, e amando de um jeito que nunca consigo esquecer.

Feliz aniversário vó, minha gostosa, que pra sempre vou amar!

domingo, 25 de outubro de 2009

Poema bobo.

Nem sempre deixo minhas lágrimas tombarem,
Muitas vezes escondo o choro por vergonha,
Outras pra não me mostrar frágil.
Mas é bem certo que em todas às vezes que minto sorrir,
Sinto a verdade escorrer pelo meu rosto,
Invisível comparada ao sorriso branco que à todos chama a atenção.

Mas engana-se quem me julgar infeliz,
Porque não sou,
A tristeza não apaga a alegria que carrego em mim,
Ela apenas surge pra Lembrar que apesar de homem,
Ainda carrego comigo um menino,
Desses que só aprendem a andar de bicicleta depois de muito cair e chorar.

Talvez eu precise aprender a levantar sozinho após meus tombos,
Só assim vou deixar pra trás o menino,
E me tornar por completo um homem,
Sem tempo para bicicletas,
Vivendo as responsabilidades da vida de gente grande,
Deixando pra trás os sonhos.
E pra sempre acordar.

Entretanto, não consigo deixar de me ver menino,
De não esconder lágrimas com risos,
De não tentar depois que cair,
E não ter vergonha de pedir ajuda pra me levantar.
Pois não consigo ser diferente do que sou,
Erros, acertos...
Qualidade, e muitos defeitos...
Alguém que vive a vida,
E nunca deixa de sonhar.
 
(Poema bobo de um menino bobo trancado no quarto - Leonardo Kifer)

Fim de domingo...

Domingo está passando tão devagar que fico até com medo de quando de não chegar ao fim... Às vezes penso que prefiro os dias de trabalho aos de folga... Por que será hein???? Alguém se arrisca????
Sábado passou tão rápido e tão sem graça que o domingo foi tedioso demais, será que isso tem haver com o sábado passado? Será? Rs.
É engraçado como algumas pessoas tem o dom de fazer com que não paremos de pensar nelas, “A” é uma dessas... Até saudades das mensagens eu estou sentindo. :$ (Será que se saiu bem na prova de hoje? Acho que pedi tanto em minhas orações que certamente gabaritou toda a prova).
Jogo do flamengo na casa da Thamyres... O bom é que vai ter churrasco. Kkkkkkkkkkkkk.
Amo essa minha coisa “preta” estragada...
Saudades “A”.
Vou colocar um poema que amo muito... Já coloquei aqui uma vez, e acho que vale repetir....
É sobre saudades, escrevi em um momento em que me doía muito a falta de alguém... Hoje só lembranças adormecidas...



Sobre saudades,
Eu já nem sei.
Sofri tanto,
Já muito chorei.
Momentos que já passaram,
Coisas lindas que vivi.
Sobre saudades,
Eu já sorri.
Lugares inesquecíveis,
Inúmeras fotos para registrar,
Sobre saudades,
Em alguns momentos prefiro não falar.
Amigos, Parentes, Amores,
Pessoas que passaram por mim,
Sobre saudades,
Noites inteiras de sono eu perdi.
Os anos passam,
As lembranças aos poucos se apagam,
Os rostos vão desaparecendo da antiga foto,
E sobre saudades,
Uma lágrima,
Um sorriso,
Um suspiro,
E de novo deitar e dormir.

(Sobre saudades – Leonardo kifer)

sábado, 24 de outubro de 2009

É o jeito como me sinto...

Costumo acreditar que quando falamos sobre nossa felicidade sempre afetamos aqueles que não conseguem se realizar... Acabei de falar isso pra alguém que apareceu inesperadamente em minha vida, e desde então ando pelos cantos com um sorriso no canto a boca, e meus pensamentos perdidos.
Algumas pessoas tem o dom de fazer nos sentirmos leves com um simples telefonema, de nos transformar em crianças bobas, que se perdem em palavras tortas, tamanho o nervosismo que sentimos ou ouvir a voz tão esperada.
Sinto ver o sol nascer por entres as montanhas nubladas, trazendo vida para um coração que nem acreditava mais que era possível a paixão correr livre pelo verde gramado da vida...
Se vai dar certo? De verdade não sei... Mas que estou descobrindo a beleza de gestos simples, isso não posso negar.
Meu sábado têm nome, mas prefiro não revelar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Simplicidade...


Não existe tristeza entre corações que só querem ser felizes...

P.S.: Não sei por que desde que beijei o sábado nenhum outro dia da semana parece me importar...