Boas notícias.
Ontem minha tia retornou para casa, e finalmente estamos todos mais tranquilos quanto aos resultados do tratamento dela. A cirurgia foi um sucesso, o que nos dá uma espectativa ainda maior de que muito em breve ela estará cem por cento uma outra vez.
Esperei o primeiro momento da volta dela para casa e só fui hoje visitá-la. E foi muito gratificante tê-la ali de novo, de volta ao lugar do qual não deveria ter deixado.
O que é triste...
Machuca muito para um filho ver seu pai em um estado bem delicado de saúde... Meu pai voltou a apresentar sinais de que sua saúde expira muitos cuidados, e juntos com estes sintomas retornou a velha teimosia dele em aceitar que precisa de cuidados médicos com urgência. Orações não faltam para sua melhora, mas agora é esperar e ver o que o médico irá dizer quando diagnosticá-lo. Amanhã iremos levá-lo (minha mãe irá) ao hospital, ainda que contra vontade dele.
Um cabelo inflamado incomoda muita gente...
Nossa! Estou com um cabelo inflamado no braço esquerdo, o que está me custando um domingo inteiro de dor, e junto para coadjuvar nesta angústia que estou passando, veio uma suave dor de cabeça. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Socorrooooooooooooo!
Mudanças de atitudes.
Talvez a gente perca mais tempo das nossas vidas tentando reparar o que não dá certo do que buscando outros caminhos para atingirmos nossos objetivos. Ontem eu vi que nem sempre parar na estação da vida esperar um outro trem chegar é sinonimo de perda de tempo. Muitas coisas mudam de um trem para o outro... Seguir em frente é sempre o caminho mais correto a seguir, mas esperar a hora certa para dar um novo passo é fundamental para conhecer novos ares.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
2 x 1 (Sorrisos que não querem sumir).
Cobranças
Em algum momento a vida vai nos cobrar algum tipo de responsabilidade, independente de como ela cobre, o fato é que teremos que agir em resposta a essa cobrança.
Hoje foi o meu dia de ter que me dedicar um pouco mais as coisas que em geral passam por mim dentro de casa sem que eu me desse conta de como esses pequenos problemas se não resolvidos de imediato podem alterar por completo a vida de todos que vivemos lá. Mas tudo bem, apesar do susto, conseguir dar conta de tudo, e para ajudar o resultado ainda teve um saboroso gosto de sorvete com chocolate.
Saudades...
Engraçado como uma única pessoa é capaz de mudar quase que por completo nossas vidas... E quando paramos para perceber o resultado desta mudança nos damos conta de que ela foi tão devastadora que transformou-nos em outro completamente diferente do que éramos.
Em algum momento a vida vai nos cobrar algum tipo de responsabilidade, independente de como ela cobre, o fato é que teremos que agir em resposta a essa cobrança.
Hoje foi o meu dia de ter que me dedicar um pouco mais as coisas que em geral passam por mim dentro de casa sem que eu me desse conta de como esses pequenos problemas se não resolvidos de imediato podem alterar por completo a vida de todos que vivemos lá. Mas tudo bem, apesar do susto, conseguir dar conta de tudo, e para ajudar o resultado ainda teve um saboroso gosto de sorvete com chocolate.
Saudades...
Engraçado como uma única pessoa é capaz de mudar quase que por completo nossas vidas... E quando paramos para perceber o resultado desta mudança nos damos conta de que ela foi tão devastadora que transformou-nos em outro completamente diferente do que éramos.
Saudadesda onda que mudou meu jeito de ver o mar.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Quem está ao nosso lado...
Para todo Reino existe um bobo da Corte, e este é responsável por arrancar sorrisos dos mais sérios e impávidos cavaleiros. Em alguns casos, esses “Bobos” são personagens essenciais, sem eles por perto toda a trama perde a ligação. Um coadjuvante que rouba a cena e se torna mocinho, quando não o vilão que conquista a todos com suas peripécias e artimanhas.
Mas o Bobo da Corte não é o mesmo quando está só, despido de maquiagem e roupas espalhafatosas... Um homem comum. Assim seria definida esta personagem se todos pudessem vê-la.
É sozinho, quando as mascaras se perdem no crepúsculo frio de seu quarto, que nosso palhaço chora, e lamenta sua sorte, esquecida há muito tempo pelo destino, o mesmo que o condenou a passar a eternidade de seus dias desenhando sorrisos e proibindo-o de ter seus momentos para também sorrir.
Quantos não são os “Bobos da Corte” que conhecemos e não nos damos conta de que eles, como a nós, são passivos a viver toda a singularidade de se ser um “Ser - Humano” e como tal caminhar sempre em paralelo com a alegria e a tristeza?
Às vezes este “Bobo” está ao nosso lado.
Mas o Bobo da Corte não é o mesmo quando está só, despido de maquiagem e roupas espalhafatosas... Um homem comum. Assim seria definida esta personagem se todos pudessem vê-la.
É sozinho, quando as mascaras se perdem no crepúsculo frio de seu quarto, que nosso palhaço chora, e lamenta sua sorte, esquecida há muito tempo pelo destino, o mesmo que o condenou a passar a eternidade de seus dias desenhando sorrisos e proibindo-o de ter seus momentos para também sorrir.
Quantos não são os “Bobos da Corte” que conhecemos e não nos damos conta de que eles, como a nós, são passivos a viver toda a singularidade de se ser um “Ser - Humano” e como tal caminhar sempre em paralelo com a alegria e a tristeza?
Às vezes este “Bobo” está ao nosso lado.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Chuva... de verão.
Ainda não tinha aberto os olhos quando me ouvi a suave música vinda da janela aberta do meu quarto. Demorei alguns segundos para perceber que a melodia quase silenciosa era nada mais nada menos que a chuva que caia fina sobre o gramado verde lá fora. Abrir os olhos não foi tarefa fácil, afinal meu corpo parece entender a chuva como um tempo a mais para descanso.
Meu pai não estava bem, já estava acordado e queixava-se de não ter dormido a noite. No fundo eu sei que tudo isso é a doença que continua a atacá-lo, e parece se desenvolver com mais velocidade do que antes. Assusta-me olhá-lo e pensar que a guerra contra essa maldita doença ainda não chegou ao fim.
E eu que acordara a pouco, estava triste, mal começava o dia e eu sequer tinha vontade de prossegui, e por mais preocupado que eu estava o que me angustiava e continua me apertando a alma não é o estado de saúde do meu pai, que apesar de preocupante ainda sim é estável, mas sim como irá se conduzir a cirurgia da minha tia, que neste momento esta na sala de operação.
Câncer, a doença que assusta a mesma que levou minha avó, que roubou a vida de pessoas que eu gostava... E agora de novo nos unimos para enfrentar esta mesma doença que fez com que o profundo corte que se abriu após a perda da minha avó doa sempre que a saudade bate.
O bom foi ter a companhia da “namorada”, que nem sei mais a este ponto como chamá-la, mas que me trouxe um pouco mais de tranqüilidade e acalmou a ansiedade que já me tomava por completo.
A chuva ainda cai lá fora, e parece que a tarde está triste, como se sensibilizasse com tudo que está acontecendo, e esperasse aflita por boas noticiais de como minha tia reagiu após a cirurgia.
Meu pai não estava bem, já estava acordado e queixava-se de não ter dormido a noite. No fundo eu sei que tudo isso é a doença que continua a atacá-lo, e parece se desenvolver com mais velocidade do que antes. Assusta-me olhá-lo e pensar que a guerra contra essa maldita doença ainda não chegou ao fim.
E eu que acordara a pouco, estava triste, mal começava o dia e eu sequer tinha vontade de prossegui, e por mais preocupado que eu estava o que me angustiava e continua me apertando a alma não é o estado de saúde do meu pai, que apesar de preocupante ainda sim é estável, mas sim como irá se conduzir a cirurgia da minha tia, que neste momento esta na sala de operação.
Câncer, a doença que assusta a mesma que levou minha avó, que roubou a vida de pessoas que eu gostava... E agora de novo nos unimos para enfrentar esta mesma doença que fez com que o profundo corte que se abriu após a perda da minha avó doa sempre que a saudade bate.
O bom foi ter a companhia da “namorada”, que nem sei mais a este ponto como chamá-la, mas que me trouxe um pouco mais de tranqüilidade e acalmou a ansiedade que já me tomava por completo.
A chuva ainda cai lá fora, e parece que a tarde está triste, como se sensibilizasse com tudo que está acontecendo, e esperasse aflita por boas noticiais de como minha tia reagiu após a cirurgia.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Depois de ontem...
Só ontem percebi como simples coisas e gestos são capazes de mudar por completo nossas vidas, e de como a melhor amizade é a mais pura, aquela que surpreendentemente é capaz de se estremecer mesmo diante ao enorme tremor do tempo. E principalmente, me dei conta do quanto algumas pessoas que surgem inesperadamente em nossas vidas são capazes de fazer com que eu um único dia alcancemos tantos níveis diferentes de emoção. E são essas pessoas que nos fazem sentir saudades.
E é sobre saudades que quero falar, muito em resposta a um e-mail que recebi, mas grande parte por senti-la.
Lembro-me de chorar por saudades enumeras vezes em longo destes anos que somam minha vida, e muitas destas lágrimas não cederam fácil com o tempo, como insistiam pessoas próximas a mim. Porém, sentir saudades de quem a pouco conheci foi umas das mais diferentes e estranhas surpresas que vivenciei até hoje... Me trás dúvidas e inquietações que me assustam a medida que nada posso fazer para mudar.
O melhor de tudo é me sentir mais calmo diante as tantas adversidades encontradas no caminho que escolhi seguir... Espinhos, pedras e tantos outros obstáculos continuam agredindo, entretanto, poucas vezes me percebo desesperado ao encontrá-los. E é por isso que talvez a saudade se faça tão inesperada e me parece equivocada nos momentos em que me faltam respostas para justificá-la. Por que foi depois que descobri que podia enfrentar com mais calma a vida, que me dei conta da importância de quem a pouco surgiu em minha vida.
O inesperado nem sempre nos surpreende com presentes e mimos, ainda sim, é capaz de revirar nossas vidas e deixar marcas.
O texto acima eu escrevi horas antes de sair para almoçar, e por problemas técnicos do blog acabei não conseguindo postá-lo; O interessante é que se eu tivesse que reescrevê-lo agora que retorno eu não o saberia fazer com a mesma crença, não depois de segurar as lágrimas por tantos minutos, não depois de parecer maduro o suficiente para enfrentar o fim de uma história sem inicio...
Eu sou mais fraco do que muitos pensam, e fingir ser forte têm um preço muito alto, que muitas vezes é quase impossível pagá-lo.
***(O blog ainda estava com problemas quando fui ler, por isso talvez a discrepância de hora entre o que falo e a postagem).
E é sobre saudades que quero falar, muito em resposta a um e-mail que recebi, mas grande parte por senti-la.
Lembro-me de chorar por saudades enumeras vezes em longo destes anos que somam minha vida, e muitas destas lágrimas não cederam fácil com o tempo, como insistiam pessoas próximas a mim. Porém, sentir saudades de quem a pouco conheci foi umas das mais diferentes e estranhas surpresas que vivenciei até hoje... Me trás dúvidas e inquietações que me assustam a medida que nada posso fazer para mudar.
O melhor de tudo é me sentir mais calmo diante as tantas adversidades encontradas no caminho que escolhi seguir... Espinhos, pedras e tantos outros obstáculos continuam agredindo, entretanto, poucas vezes me percebo desesperado ao encontrá-los. E é por isso que talvez a saudade se faça tão inesperada e me parece equivocada nos momentos em que me faltam respostas para justificá-la. Por que foi depois que descobri que podia enfrentar com mais calma a vida, que me dei conta da importância de quem a pouco surgiu em minha vida.
O inesperado nem sempre nos surpreende com presentes e mimos, ainda sim, é capaz de revirar nossas vidas e deixar marcas.
O texto acima eu escrevi horas antes de sair para almoçar, e por problemas técnicos do blog acabei não conseguindo postá-lo; O interessante é que se eu tivesse que reescrevê-lo agora que retorno eu não o saberia fazer com a mesma crença, não depois de segurar as lágrimas por tantos minutos, não depois de parecer maduro o suficiente para enfrentar o fim de uma história sem inicio...
Eu sou mais fraco do que muitos pensam, e fingir ser forte têm um preço muito alto, que muitas vezes é quase impossível pagá-lo.
***(O blog ainda estava com problemas quando fui ler, por isso talvez a discrepância de hora entre o que falo e a postagem).
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
"Especial"
Algumas vezes na vida escutei de outras pessoas que eu sou especial. E em quase todas essas vezes, o “ser” especial não me poupava de ouvir o que vinha logo em seguida disto: “Você é muito especial para eu te magoar”, “Você é muito especial para mim” ou ainda “Você é especial demais, merece alguém muito melhor do que eu”.
Ouvir que eu sou “especial” tornou-se tão horripilante, que tremo todas as vezes que ouço... E por mais tétrico que possa ser a “maldição” que existe atrás da palavra especial parece continuar.
Como eu queria conseguir chorar um pouco mais, e sofrer menos... Enfim...
Ouvir que eu sou “especial” tornou-se tão horripilante, que tremo todas as vezes que ouço... E por mais tétrico que possa ser a “maldição” que existe atrás da palavra especial parece continuar.
Como eu queria conseguir chorar um pouco mais, e sofrer menos... Enfim...
O fim de uma história sem começo
Lembro-me de um dia de quando ainda eu era bem criança que vi minha prima chorar. E como se fosse hoje, recordo-me de ouvi-la dizer que terminou seu namoro com o Alex, outro primo meu, e sua mãe gritava a que quisesse ouvir que ela não podia terminar o que não havia começado. Naquela época eu jamais conseguiria entender como alguém podia ser capaz de encerrar algo que ainda iria acontecer. Era confuso demais para um menino de sete anos de idade.
Hoje com vinte e seis, penso que aquele Leonardo que antes não entendia o porquê de tantas coisas, hoje se vê acometido com as respostas que surgem como forma de experiências de vida. E se antes era impossível saber como alguém podia achar o fim antes mesmo de começar, agora vivo a dolorosa constatação de que por mais impossível que algo possa parecer aos nossos olhos, às possibilidades surgem conforme experimentamos a vida.
E assim também chorei, ontem, logo após terminar o que ainda precisava começar... Chorei por encerrar uma história tão bonita, que não deu flores, que não viveu, apenas precisou ser terminada. O motivo? O medo de começar.
Hoje com vinte e seis, penso que aquele Leonardo que antes não entendia o porquê de tantas coisas, hoje se vê acometido com as respostas que surgem como forma de experiências de vida. E se antes era impossível saber como alguém podia achar o fim antes mesmo de começar, agora vivo a dolorosa constatação de que por mais impossível que algo possa parecer aos nossos olhos, às possibilidades surgem conforme experimentamos a vida.
E assim também chorei, ontem, logo após terminar o que ainda precisava começar... Chorei por encerrar uma história tão bonita, que não deu flores, que não viveu, apenas precisou ser terminada. O motivo? O medo de começar.
Assinar:
Postagens (Atom)