É muito engraçado quando acontece com a gente o que recriminamos nos outros, pq é comum criticarmos o outro e agirmos da mesma forma. O nosso telhado é sempre mais bonito que o da casa alheia. Pois bem, hoje o "telhado" da minha casa deixou de ser bonito, e o que antes era abominado na minha casa simplesmente aconteceu, meu pai bebeu demais e acabou dormindo no volante e bateu no muro da esquina da casa da minha avó, a menos de 50 metros desde que deu a partida. Bem era ele quem sempre criticou aqueles que se acidentava por dirigir embriagado, e ele mesmo cansou de dirigir na mesma situação de embriaguez só que "nunca" havia se batido. Graças à Deus não feriu ninguém, e os estragos no muro foram mínimos, já o carro vai ter um custo maior (Ainda bem que ele terá um prejuízo nesta história toda, pq assim poderá tirar uma lição. Assim espero).
Sou completamente à favor da nova lei de trânsito, que restringe ao máximo o consumo de bebidas alcólicas para motoristas. Acho que quem dirigi sequer deveria ingerir nenhum tipo de substância que possa agredir a sua integridade física, pois além de sua própria vida esta em risco a vida de pessoas inocentes. E acho que a pena para quem infringir tal lei deveria ser maior ainda, pq só assim esses motoristas imbrudentes pensaram melhor antes de arriscar a vida alheia. Quantas já não foram as vítimas fatais ou não, de acidentes de trânsito onde o motorista esta completamente alcolizado. É muito fácil ser contra à nova lei de trânsito quando esse tipo de violência acontece na casa ao lado, mais quando é na nossa casa que acontece a gente se diz indignado. É a hipocrisia humana chorar somente pelos seus.
A pedra do vizinho é o nosso pré-conceito.
Vou aproveitar que já estou fazendo um desabafo sobre a lei de trânsito tão erradamente criticada, e vou abrir aqui um comentário geral sobre o conceitos nossos que nada mais são que preconceitos disfarçado por uma linda máscara chamada sociedade.
Como é comum a gente criticar o outro por sua sexualidade, credo, raça e outras tantas formas (Eu mesmo cometo estas falhas, já até comentei sobre no post "Adeus aos conceitos e pré-conceitos"), mais a grande verdade que muitas vezes deixamos de fazer coisas com receio do que o outro vai falar à respeito. O medo da pedra do vizinho na nossa janela de vidro tão frágil nos torna prissioneiros, reféns de uma sociedade que vive em função de um coletivo de padrao social falido.
Deixamos de viver para que o outro não seja indiferente as nossas escolhas. Vamos esperar a sociedade não conseguir mais disfarçar que o homossexual é tão normal quanto qualquer hétero ou outro com opção diferente ou faremos como fizemos com os negros, que os aceitamos como iguais. Mais não lhe damos condições alguma de se fazer igual, um pais onde sua grande totalidade é negra não cuida de seus iguais. Não soubemos aceitar os índios e os dizimamos em nossa tão fracassada colonização (O que temos de índios senão uma pequena sombra do que um dia foi chamado de povo indigena), e hoje não damos direitos aos nossos, a educação ainda é privilégio de alguns, o lazer e cultura de massa não é da massa. Um país que se diz católico parecendo não enxergar a suas muitas religiões. Será que não deveríamos dizer que o Brasil é um pais completamente eclético em sua essência?
Vamos tirar a pedra da mão do vizinho, e vivermos concientes de que somos o eixo de nossas vidas, e que nos é que podemos decidir o que escolhemos para nossas vidas.
Entender que só a gente é senhor da gente é caminhar para o fim de qualquer barreira. Vamos derrubar novamente o muro da sociedade hipócrita e desigual.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
"Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite..."
Na verdade eu não esperava muito do meu "sábado à noite". Mais eu tinha uma certeza de que seria bom. E assim saí de casa, sem nenhuma grande espectativa e com uma única certeza de ser feliz. Bah! Não é que eu estava certo? O sábado foi bom pra caramba (tá, tu deves estar perguntando o que aconteceu, e eu respondo: vivi). Se eu podesse tirar uma moral de ontem, se é que se pode tirar uma moral de um sábado à noite, rs. Eu diria que momentos são feitos para serem vividos em sua totalidade de possibilidades. Traduzindo: Viver o que for preciso.
Amigo de amigo não é amigo.
A gente combina a semana inteira de sair com um amigo para a "balada tal" e na hora "H" ele leva mais um amigo, até aí tudo bem, desde que esse "tal amigo" não seja um: guri bêbado, chato, que dá em cima de todo mundo, que interpreta um não sendo um sim, que tu manda ele parar de puxar teu braço e ele continua, que fala cuspindo, enfim... Desde que esse amigo do amigo não seja alguém que tem grandes chances de te tirar o bom humor.
Com grande maestria eu consegui me diverti, e fingir que tal pessoa poderia estar interpretando o papel de um carinha com uma infinidade de características que abomino em uma pessoa. Tá bom que o mundo n vai ser nunca como eu quero que seja, e que as pessoas não nascem para me agradarem, mais por favor, que essas pessoas só num sábado à noite não passem por mim. Definitivamente, amigo de amigo é alguém que eu posso não gostar de estar perto.
Sou tímido sim e daí?
A pior coisa de uma festa é levar um não, e sábado passado (9/8) eu não tentei com medo de levar um não. Mais este sábado eu quis tentar (Cheio de receio, mais com a "cara" à bater) e saí a luta, desci e fui lá. Só que é necessário dizer que não tive coragem, na verdade não faltou coragem e sim sobrou timidez. Mais não sou um guri que caí do cavalo e perde a luta, se caio, eu levanto e luto do chão. E entre uma dança e outra (ops, uma luta e outra, rs) eu encontrei uma aliada, foi assim que consegui chegar mais perto do objetivo, ganhar um beijo em meio a tantos não's já dito por mim a outras pessoas (pessoas estas que acham que é só chegar em mim que vai conseguir algo. Não é assim tão fácil não, rs. Na verdade faço o tipo que olho pra alguém e me indentifico de um jeito ou outro, mais não fico por ficar com ninguém, já passei da fase de que ficar com alguém era algo divertido, hj é necessário acrescentar, eita sinais da idade...rs.).
Enfim, posso afirmar que a guria é de todas a mais fantástica guerreira que já vi, pq em meio a tanta gente ela conseguiu que eu conseguisse o tal beijo e me sentisse tão à vontade (Eu estava cheio de vergonha) que pude vivenciar cada segundo ali.
Habbib's, A lua e a volta pra casa.
Amanhecer no habbib's foi uma experiência diferente, pq acabei reencontrando um amigo que esta muito diferente de outrora, esta visualmente acabado por seus vícios e com amizades que só nos levam pro mau caminho. Enfim... cada um é dono de suas próprias escolhas.
Voltando pra casa eu me deparei com a lua, que mesmo de dia brilhava, talvez estivesse admirando como eu o nascer do sol, ou quem sabe queria reinar imponente mesmo com a ameaça de conquista do rei sol. O que valeu foi a volta pra casa, "sozinho", cantando Cássia Eller, e feliz. Por seu eu. Por Devir eu. Ah! Como queria que todas às noites fossem iguais... Os meninos satisfeitos e as meninas querendo mais! (Parodiando Capital Inicial).
Viver é poder usurfruir 100% das possibilidades que a vida nos oferece. Quem vive uma única possibilidade, apenas passou pela vida.
Amigo de amigo não é amigo.
A gente combina a semana inteira de sair com um amigo para a "balada tal" e na hora "H" ele leva mais um amigo, até aí tudo bem, desde que esse "tal amigo" não seja um: guri bêbado, chato, que dá em cima de todo mundo, que interpreta um não sendo um sim, que tu manda ele parar de puxar teu braço e ele continua, que fala cuspindo, enfim... Desde que esse amigo do amigo não seja alguém que tem grandes chances de te tirar o bom humor.
Com grande maestria eu consegui me diverti, e fingir que tal pessoa poderia estar interpretando o papel de um carinha com uma infinidade de características que abomino em uma pessoa. Tá bom que o mundo n vai ser nunca como eu quero que seja, e que as pessoas não nascem para me agradarem, mais por favor, que essas pessoas só num sábado à noite não passem por mim. Definitivamente, amigo de amigo é alguém que eu posso não gostar de estar perto.
Sou tímido sim e daí?
A pior coisa de uma festa é levar um não, e sábado passado (9/8) eu não tentei com medo de levar um não. Mais este sábado eu quis tentar (Cheio de receio, mais com a "cara" à bater) e saí a luta, desci e fui lá. Só que é necessário dizer que não tive coragem, na verdade não faltou coragem e sim sobrou timidez. Mais não sou um guri que caí do cavalo e perde a luta, se caio, eu levanto e luto do chão. E entre uma dança e outra (ops, uma luta e outra, rs) eu encontrei uma aliada, foi assim que consegui chegar mais perto do objetivo, ganhar um beijo em meio a tantos não's já dito por mim a outras pessoas (pessoas estas que acham que é só chegar em mim que vai conseguir algo. Não é assim tão fácil não, rs. Na verdade faço o tipo que olho pra alguém e me indentifico de um jeito ou outro, mais não fico por ficar com ninguém, já passei da fase de que ficar com alguém era algo divertido, hj é necessário acrescentar, eita sinais da idade...rs.).
Enfim, posso afirmar que a guria é de todas a mais fantástica guerreira que já vi, pq em meio a tanta gente ela conseguiu que eu conseguisse o tal beijo e me sentisse tão à vontade (Eu estava cheio de vergonha) que pude vivenciar cada segundo ali.
Habbib's, A lua e a volta pra casa.
Amanhecer no habbib's foi uma experiência diferente, pq acabei reencontrando um amigo que esta muito diferente de outrora, esta visualmente acabado por seus vícios e com amizades que só nos levam pro mau caminho. Enfim... cada um é dono de suas próprias escolhas.
Voltando pra casa eu me deparei com a lua, que mesmo de dia brilhava, talvez estivesse admirando como eu o nascer do sol, ou quem sabe queria reinar imponente mesmo com a ameaça de conquista do rei sol. O que valeu foi a volta pra casa, "sozinho", cantando Cássia Eller, e feliz. Por seu eu. Por Devir eu. Ah! Como queria que todas às noites fossem iguais... Os meninos satisfeitos e as meninas querendo mais! (Parodiando Capital Inicial).
Viver é poder usurfruir 100% das possibilidades que a vida nos oferece. Quem vive uma única possibilidade, apenas passou pela vida.
sábado, 16 de agosto de 2008
O ouro, o choro, o Adeus, E o jeito de fazer o "certo".
O ouro e o choro.
Como não chorar ao ver o Cielo no pódio recebendo o ouro e desabando em um choro daquele que a pouco era um menino que tinha como ídolo o Gustavo Borges. Foi nesta mistura de lágrimas e sorrisos que assistir o primeiro ouro brasileiro nestas olímpiadas, o primeiro ouro do Brasil na natação.
O Adeus ao poeta eterno.
Ah! O que será das prosas agora que tu se vai? É com um imenso pesar que hoje acordéi ao saber que Dorival Caymmi havia morrido. O baiano-brasileiro nos deixa hoje orfãos de sua música, mais nos permite ficar com um enorme legado de canções que para estarão para sempre embalando nossas vidas.
Velório (Dorival Caymmi)
Composição: Dorival Caymmi
Uma incelença entrou no paraíso
Uma incelença entrou no paraíso
A-deus, irmão, adeus
Até o dia de juí-zo
A-deus, irmão, adeus
Até o dia de juí-zo
O jeito "certo" de fazer.
"Descobri que para mudar o mundo, eu preciso mudar um mundo de cada vez".
Vou começar mudando o meu mundo, me permitindo enxergar erespeitar mais quem esta ao meu redor.
Como não chorar ao ver o Cielo no pódio recebendo o ouro e desabando em um choro daquele que a pouco era um menino que tinha como ídolo o Gustavo Borges. Foi nesta mistura de lágrimas e sorrisos que assistir o primeiro ouro brasileiro nestas olímpiadas, o primeiro ouro do Brasil na natação.
O Adeus ao poeta eterno.
Ah! O que será das prosas agora que tu se vai? É com um imenso pesar que hoje acordéi ao saber que Dorival Caymmi havia morrido. O baiano-brasileiro nos deixa hoje orfãos de sua música, mais nos permite ficar com um enorme legado de canções que para estarão para sempre embalando nossas vidas.
Velório (Dorival Caymmi)
Composição: Dorival Caymmi
Uma incelença entrou no paraíso
Uma incelença entrou no paraíso
A-deus, irmão, adeus
Até o dia de juí-zo
A-deus, irmão, adeus
Até o dia de juí-zo
O jeito "certo" de fazer.
"Descobri que para mudar o mundo, eu preciso mudar um mundo de cada vez".
Vou começar mudando o meu mundo, me permitindo enxergar erespeitar mais quem esta ao meu redor.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Enquanto caminho só.
Eu e todo o resto do mundo. Eu enquanto todo o resto do mundo. Eu e ninguém no mundo. Três jeitos diferentes de me ver diante do mundo, ao lado de tantas outras pessoas que não conheço e que se quer sei que existe.
É quase freqüente caminhar por meio de centenas de milhares de pessoas ao longo do dia e se quer olhar para os rostos delas, sem ao menos, me dá conta de que elas são semelhantes a mim enquanto a um coletivo e tão opostas enquanto indivíduos, porque elas apenas parecem estar ali como obstáculos dificultando a passagem ou como objeto de decoração da paisagem. E me dar conta disso me faz perceber o quanto sou pequeno diante do mundo, e o quanto preciso do outro para fazer a diferença. Enquanto caminho só eu não vejo o mundo passar para o mundo.
É quase freqüente caminhar por meio de centenas de milhares de pessoas ao longo do dia e se quer olhar para os rostos delas, sem ao menos, me dá conta de que elas são semelhantes a mim enquanto a um coletivo e tão opostas enquanto indivíduos, porque elas apenas parecem estar ali como obstáculos dificultando a passagem ou como objeto de decoração da paisagem. E me dar conta disso me faz perceber o quanto sou pequeno diante do mundo, e o quanto preciso do outro para fazer a diferença. Enquanto caminho só eu não vejo o mundo passar para o mundo.
Resumo da falta.
Amores, viagens, distância.
Se o tempo me ajudou a aprender alguma coisa, esta foi que eu jamais irei fazer com que ninguém goste de mim igual a mim mesmo. E que grandes expectativas se transformam em enormes frustrações quando adicionamos uma boa quantidade de ansiedade. E assim voei rumo a um mundo que não conhecia sem ilusões.
E assim o que antes tinha forma de grandeza, se fez pequeno (Não que o sentimento que outrora me confundia não se fez verdadeiro, apenas reagiu de um outro jeito) e a viagem foi tão boa que todos os dias longes podiam ser ditos perfeitos. Aí coração que volta pra casa com jeito de menino tímido, destes que não sabe expressar o que sente. Ah menino tímido que ainda precisa aprender a conquistar a distância.
Tempo necessário.
O que seria da humanidade se Medeia tivesse colocado a culpa de suas atitudes ao destino? Certamente haveria milhares de assassinatos com responsabilidade do “destino”. E nenhum culpado real.
Meu destino é feito por mim, esculpido por minhas atitudes. E é com essa mentalidade que vejo que muito do que hoje vivo foi plantado por mim em tempos atrás. Espero ter sabedoria para o hoje e muitas alegrias nas colheitas de amanhã.
Se o tempo me ajudou a aprender alguma coisa, esta foi que eu jamais irei fazer com que ninguém goste de mim igual a mim mesmo. E que grandes expectativas se transformam em enormes frustrações quando adicionamos uma boa quantidade de ansiedade. E assim voei rumo a um mundo que não conhecia sem ilusões.
E assim o que antes tinha forma de grandeza, se fez pequeno (Não que o sentimento que outrora me confundia não se fez verdadeiro, apenas reagiu de um outro jeito) e a viagem foi tão boa que todos os dias longes podiam ser ditos perfeitos. Aí coração que volta pra casa com jeito de menino tímido, destes que não sabe expressar o que sente. Ah menino tímido que ainda precisa aprender a conquistar a distância.
Tempo necessário.
O que seria da humanidade se Medeia tivesse colocado a culpa de suas atitudes ao destino? Certamente haveria milhares de assassinatos com responsabilidade do “destino”. E nenhum culpado real.
Meu destino é feito por mim, esculpido por minhas atitudes. E é com essa mentalidade que vejo que muito do que hoje vivo foi plantado por mim em tempos atrás. Espero ter sabedoria para o hoje e muitas alegrias nas colheitas de amanhã.
Um poema do Maneco...rs.
Desencanto
Eu faço versos como quem choraDe desalento... de desencanto...Fecha o meu livro, se por agoraNão tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...Tristeza esparsa... remorso vão...Dói-me nas veias. Amargo e quente,Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia roucaAssim dos lábios a vida corre,Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem choraDe desalento... de desencanto...Fecha o meu livro, se por agoraNão tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...Tristeza esparsa... remorso vão...Dói-me nas veias. Amargo e quente,Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia roucaAssim dos lábios a vida corre,Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Manuel Bandeira)
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Qnto tempo hein...?
Retomando...
Faz tempo que não apareço, eu sei... Mais muitas coisas aconteceram desde a última vez que atualizei o blog. Mais enfim, não existe rio que parado. Hoje volto bem diferente, talvez mais maduro e menos ansioso, mais compromissado e com menos expectativas em relação ao futuro. Bem a idéia é voltar a atualizar diariamente o “Na macumba”.
Enfim...
Amanhã eu coloco um texto melhor. Rs.
Faz tempo que não apareço, eu sei... Mais muitas coisas aconteceram desde a última vez que atualizei o blog. Mais enfim, não existe rio que parado. Hoje volto bem diferente, talvez mais maduro e menos ansioso, mais compromissado e com menos expectativas em relação ao futuro. Bem a idéia é voltar a atualizar diariamente o “Na macumba”.
Enfim...
Amanhã eu coloco um texto melhor. Rs.
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